Projeto de compostagem e horta orgânica no IFRN/Mossoró
Blog destinado à divulgação das atividades do projeto de extensão NÃO EXISTE IDADE PARA APRENDER: INCLUSÃO DIGITAL E LETRAMENTO DE JOVENS E ADULTOS EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL. Sejam bem vindos.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Cadastro em rede social (Facebook)
Interagindo nas redes sociais.
Aprendendo a postar fotos e comentários, curtir, compartilhar, adicionar amigos etc.
Aprendendo a postar fotos e comentários, curtir, compartilhar, adicionar amigos etc.
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Mecanismos de pesquisa - google.com
Hoje trabalhamos o uso do mecanismo de pesquisa Google.com, tendo noções de como usar melhor as ferramentas de busca e o que fazer com elas.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Exercícios com o mouse
Hoje continuamos as lições de digitação da aula passada e lançamos exercícios com o mouse, através do jogo Mouse Program.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Atividades de leitura e escrita de textos selecionados (formatação de texto) [2]
A Lista - Oswaldo Montenegro
Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais...
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar...
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria
Quantos amigos você jogou fora?
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber?
Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?
Quantas canções que você não cantava
Hoje assovia pra sobreviver?
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você?
Com o documento de texto (arquivo .docx), os idosos aprenderam a salvar, copiar, colar, renomear e apagar arquivos.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Atividades de leitura e escrita de textos selecionados (formatação de texto)
O amor é o maior de todos
os artesanatos. Não amamos da noite para o dia. Amor é construção que requer
empenho, assim como a trama dos teares requer demora na escolha das linhas e
das cores.”
Padre Fábio de Melo
Trecho do livro “Cartas entre amigos: sobre medos contemporâneos”.
Através deste texto os alunos aprenderam a formatar um texto, atribuindo formatações como: negrito, itálico, cores, alinhamento etc.
Através deste texto os alunos aprenderam a formatar um texto, atribuindo formatações como: negrito, itálico, cores, alinhamento etc.
sábado, 30 de agosto de 2014
Texto utilizado para o trabalho com o editor de textos (Word)
Há
pessoas que sempre moraram na mesma rua, sempre compram na mesma padaria,
sempre frequentam os mesmos lugares. Eu nunca fui assim.
Nasci neta de imigrantes e de pais aventureiros. Cresci vendo veleiros sendo construídos na sala da minha casa, numa família cheia de projetos e novidades que me ensinou que os sonhos não tem limites ou prazo de validade.
Casei muito cedo. Fiquei viúva aos 24 anos. Casei de novo, tive filhos, me separei, morei em mais de uma cidade. Reinventei a vida muitas vezes. Próximo aos 40 anos, resolvi parar de fumar e, para vencer a fissura do vício, comecei a nadar todos os dias. Virei triatleta.
Ouvi mais de uma vez que jamais entraria numa faculdade pública de medicina. Que há coisas que tem idade para serem feitas. Há muito preconceito com pessoas que mudam de vida, sobretudo numa época em que a maior parte já desistiu de seus sonhos e pendurou as chuteiras.
Após dois anos de cursinho, aos 50 anos, entrei em medicina na Universidade Publica do Ceará. Mudei-me para lá. O desafio é cotidiano. Muitas vezes tenho medo de não dar conta, mas não ter a coragem de enfrentá-lo poderia me fazer viver o resto da vida à margem de mim mesma.
Quando alguém me pergunta se não acho que terei pouco tempo depois de formada, sorrio e respondo que pode até ser, mas, qual de nós sabe dizer o tempo que teremos de vida? O que de fato me interessa é a qualidade da vida que escolho para mim todo dia.
Nasci neta de imigrantes e de pais aventureiros. Cresci vendo veleiros sendo construídos na sala da minha casa, numa família cheia de projetos e novidades que me ensinou que os sonhos não tem limites ou prazo de validade.
Casei muito cedo. Fiquei viúva aos 24 anos. Casei de novo, tive filhos, me separei, morei em mais de uma cidade. Reinventei a vida muitas vezes. Próximo aos 40 anos, resolvi parar de fumar e, para vencer a fissura do vício, comecei a nadar todos os dias. Virei triatleta.
Ouvi mais de uma vez que jamais entraria numa faculdade pública de medicina. Que há coisas que tem idade para serem feitas. Há muito preconceito com pessoas que mudam de vida, sobretudo numa época em que a maior parte já desistiu de seus sonhos e pendurou as chuteiras.
Após dois anos de cursinho, aos 50 anos, entrei em medicina na Universidade Publica do Ceará. Mudei-me para lá. O desafio é cotidiano. Muitas vezes tenho medo de não dar conta, mas não ter a coragem de enfrentá-lo poderia me fazer viver o resto da vida à margem de mim mesma.
Quando alguém me pergunta se não acho que terei pouco tempo depois de formada, sorrio e respondo que pode até ser, mas, qual de nós sabe dizer o tempo que teremos de vida? O que de fato me interessa é a qualidade da vida que escolho para mim todo dia.
Lúcia Lara, 51 anos.
Depoimento
para o livro "A Bela Velhice", de Mirian Goldenberg.
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